quarta-feira, 3 de setembro de 2008


Fórmulas do Amor: a paixão é uma reação química?

Os cientistas conhecem a Feniletilamina (um dos mais simples neurotransmissores) há cerca de 100 anos, mas só recentemente começaram a associá-la ao sentimento de Amor. Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.O affair da feniletilamina com o Amor teve início com uma teoria proposta pelos médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados. A Dra. Helen Fisher demonstrou que a inconstância, a exaltação, a euforia, e a falta de sono e de apetite associam-se a altos níveis de dopamina e norepinefrina, estimulantes naturais do cérebro. Alguns pesquisadores afirmam que exalamos continuamente, pelos bilhões de poros na pele e até mesmo pelo hálito, produtos químicos voláteis chamados Feromônios. Atualmente, existem evidências intrigantes e controvertidas de que os seres humanos podem se comunicar com sinais bioquímicos inconscientes. Os que defendem a existência dos feromônios baseiam-se em evidências mostrando a presença e a utilização de feromônios por espécies tão diversas como borboletas, formigas, lobos, elefantes e pequenos símios. Os feromônios podem sinalizar interesses sexuais, situações de perigo e outros. Se realmente existirem na espécie humana e sua percepção se der de maneira inconsciente, estaríamos permanentemente emitindo informações acerca de nossas preferências sexuais e desejos mais obscuros sem saber?Os defensores da Teoria dos Feromônios vão ainda mais longe: dizem que o "amor à primeira vista" é a maior prova da existência destas substâncias controvertidas. Os feromônios – atestam – produzem reações químicas que resultam em sensações prazerosas. À medida em que vamos nos tornando dependentes, a cada ausência mais prolongada nos dizemos "apaixonados" – a ansiedade da paixão, então, seria o sintoma mais pertinente da Síndrome de Abstinência de Feromônios. Com ou sem feromônios, é fato que a sensação de "amor à primeira vista" relaciona-se significativamente a grandes quantidades de feniletilamina, dopamina e norepinefrina no organismo. E voltamos à questão inicial: até que ponto a paixão é simplesmente uma reação química ?O amor por cima das teoriasApesar de todas as pesquisas e descobertas, existe no ar uma sensação de que a evolução, por algum motivo, modificou nossos genes permitindo que o amor não-associado à procriação surgisse – calcula-se que isto se deu há aproximadamente 10.000 anos. Os homens passaram realmente a amar as mulheres, e algumas destas passaram a olhar os homens como algo mais além de máquinas de proteção.A despeito de todos os tubos de ensaio de sofisticados laboratórios e reações químicas e moléculas citoplasmáticas, afinal, deve haver algo mais entre o céu e a terra...

É verdade que existe química na paixão?

Tudo de bom sentir aquela coisa dentro da gente que arrepia o corpo. O olhar que fulmina. A boca que parece desfazer qualquer defesa que se possa ter. O jeito, o beijo que descontrola a mente. Será que esses sintomas não são puro acaso, ou existe algo impressionante que acontece quando conhecemos alguém que mexe com a gente, a tal ponto de nos sentirmos descontrolados? É verdade que existe “química” na paixão? Algumas pessoas realmente despertam mais desejos em nós do que outras? Seria só a beleza perfeita, o corpo escultural? Ou algo incrível que leva a sensação agradável e avassaladora que, como um imã, une duas pessoas assim do nada? Pois é... Uma sensação intensa durante o olhar, o toque diferente, sedutor, que arrepia até a alma. O beijo macio e úmido o suficiente para fazer o corpo estremecer de desejo. Seriam esses os sinais da presença da química entre casais? Os estudiosos dizem que sim. Esse elemento ainda tão pesquisado é arrebatador e imprescindível para o início de um relacionamento. É como se fosse a união de “temperos” do corpo de um e de outro, como os grandes chefes de cozinha fazem para que seus clientes delirem ao saborear seus pratos. Nos tornamos bobos de imediato, quando estamos ao lado de alguém que nos faça sentir assim, anestesiados. E, dependendo do grau de sintonia entre os corpos, já é possível percebê-la no primeiro encontro. É aquela coisa de ficar pregado no chão olhando alguém sem conseguir disfarçar. Estar como que preso no lugar e não poder das as costas para esse alguém tão perturbador, que mexe e arrepia a nossa pele. Dizem os pesquisadores que certas substâncias são responsáveis, como a dopamina, feniletilamina e oxitocina. Elas são encontradas no corpo humano com destaque durante a primeira fase do romance. Mas segundo estudos, a química da paixão tem prazo de validade, pode diminuir com algum tempo de convivência. Mas nem tudo está perdido. Podemos intensificar essa química, aumentando-a sem deixar que termine. Faz-se loucuras, fala-se o que pensa, atravessa-se barreiras antes instransponíveis. Os hormônios estão a toda e como desenfreados nos levam a fazer coisas que depois vamos ficar de boca aberta só em pensar... Então, viva a química da paixão!
Dicas poderosas e repletas de "químicas" de paixão:
- Não deixe que questões familiares, financeiras e de trabalho dêem fim à paixão. Essas questões podem diminuir o erotismo entre o casal. Equilibre as discussões e nada de conversas intermináveis sobre os problemas do dia-a-dia.
- Deixe transparecer os sentimentos, o que ativa a "química" da paixão. Fale das sensações que tem quando está com o parceiro e o que o toque de suas mãos, boca, corpo, provocam em você.
-Seja criativa: saia da rotina! Leve-o ao motel ou mesmo crie em casa um cenário repleto de fantasias - velas acesas, lençóis com aroma, cremes de massagem, objetos eróticos;
- Faça
sexo no carro, no elevador, na escada, onde for possível para aquecer a relação e despertar a adrenalina que pode estar meio "descansada" demais e fazendo falta na "química" da paixão.
- Seja uma "mulher-gueixa" - massageie o parceiro com os pés, mãos e o próprio corpo. Todas as partes do corpo possuem tato, portanto, use-o como arma de sedução. Não esqueça os óleos que aquecem a pele, eles dão um "plus" à massagem.
- Domine a relação de vez em quando: pegue o parceiro de surpresa e vire-o ao "avesso" e sem tempo para falar, comece a beijá-lo e tocá-lo com paixão. Esse movimento surpreende e ativa a adrenalina no corpo, o que vai ajudar muito na sensação de desejo e elevar a temperatura da "química".
- Segure forte os cabelos dele, assim como ele faz com você. Ele ficará surpreso e entregue a momentos de delícia sob seu controle. O "poder" exerce um forte fascínio entre os apaixonados.
- Prepare um jantar que desperte os cinco sentidos: o alimento deve ser bonito, ter aroma fascinante e sabor agradável. Despertar os sentidos é colocar o corpo em alerta para gerar um clima especial e delicioso.
- Utilize alimentos afrodisíacos: frutos do mar contêm minerais que ajudam na formação de testosterona; chocolate: propriedade estimulante liberando endorfina, causando sensação de bem-estar. Petiscos em lugares estratégicos do corpo: degustá-los provoca prazer em ambos. Entre eles, os campeões são: amendoim - colabora para vasodilatação sanguínea, por isso é relacionado ao aumento da libido e do apetite sexual. Temperos picantes apimentados - com efeitos fisiológicos, como freqüência cardíaca elevada e sudorese, similares às reações experimentadas durante o sexo. Calda de chocolate ou chantily - "cremes" eróticos eleitos como os mais utilizados pelos amantes.
Seja criativa! Vai ver só como a "química" que está desperta fica mais louca ainda.Ou aquela que tem ficado adormecida ressuscita de prazer...

A química do amor
Geralmente não nos importamos muito com a forma como nos apaixonamos. O que nos interessa mesmo é o fato de estamos apaixonados e como fazer esse sentimento maravilhoso durar o maior tempo possível. Neste texto entretanto, o tema é o que acontece com o nosso corpo quando estamos apaixonados, do ponto de vista biológico. Estar apaixonado é um dos sentimentos mais gratificantes que existem, principalmente quando essa paixão é retribuída. Mas será que você nunca quis saber por que nos sentimos como nos sentimos quando estamos apaixonados por alguém?
Os sintomas da paixão todo mundo conhece. O coração bate mais forte e muitas vezes mais rápido também, você tende a suar com facilidade, sente uma energia aparentemente interminável, não consegue dormir direito, perde o apetite e fica vermelho apenas ao encontrar o objeto da sua paixão. Além claro do inconfundível friozinho na barriga.
A ciência afirma que o friozinho na barriga é causado por reações químicas acontecendo dentro do nosso corpo, sem o nosso controle. A dopamina junto com a neuroepinefrina e a pheniletilamina são produzidas pelo cérebro e dependendo da intensidade e da freqüência o sentimento é mais forte ou mais fraco. São elas que fazem você só ter olhos para a sua paixão, não conseguir pensar em outra coisa e em alguns casos até interferir na sua concentração durante tarefas corriqueiras do dia a dia. Nos estágios iniciais da paixão a quantia de serotonina presente no seu corpo é semelhante aos níveis de pessoas obsessivas e/ou compulsivas. Mesmo que esse fato não seja lá muito romântico, ele explica algumas coisas não acha? Quando o relacionamento está mais avançado é a oxitocina que facilita a identificação com o outro e a criação de laços estreitos. É o mesmo hormônio que fortalece a relação entre mãe e filho! Romântico, não acha? A mesma oxitocina anula parte dos efeitos da neuroepinefrina e pheniletilamina, fazendo com que a paixão esfrie. Mas a relação romântica torna-se mais estável, principalmente com a ajuda das endorfinas, causando relaxamento e bem estar.
Por mais fascinante que a química do amor possa ser, nada se compara ao sentimento propriamente dito. Aproveite-o sem restrições, principalmente agora que você sabe o que está acontecendo com o seu corpo durante uma grande paixão!
Por que as pipocas estouram?

A "explosão" de um grão de pipoca quando aquecido é o resultado da combinação de 3 características:1. O interior do grão (endosperma) contém, além do amido, cerca de 14% de água.2. O endosperma é um excelente condutor de calor.3. O exterior do grão (pericarpo) apresenta grande resistência mecânica e raramente possui falhas (rachaduras).Quando aquecido intensamente, a água no endosperma sofre vaporização, criando uma grande pressão dentro do grão. O pericarpo atua como uma panela de pressão, evitando a saída do vapor de água até que uma certa pressão limite seja atingida. Neste ponto, ocorrem duas coisas: o grão explode, com som característico (pop!) e o amido do endosperma incha abruptamente, criando aquela textura macia.Hummm... bateu uma vontade de comer pipoca!!!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Por que o milho para pipoca arrebenta?

O milho é muito duro e retém pequenas bolhas de ar em seu interior. Quando o milho esquenta, o ar retido tenta expandir-se, aumentando mais de 20 vezes o seu volume. As moléculas do ar movimentam-se com rapidez e pressionam cada vez mais fortemente as paredes resistentes das pequenas bolhas, até que elas se rompem e os grãos de milho explodem em pipocas leves e macias.